Palestra apresentada na Escola da Rede Municipal "Mario Lago".
Espaço destinado aos clientes e parceiros do Espaço de Aprendizagem "Luz Querida", e amantes Psicopedagogia.
domingo, 6 de outubro de 2013
domingo, 21 de abril de 2013
O GRANDE TESTE
1
– Em primeiro lugar, leia com atenção o texto todo até o final.
2
– Escreva seu nome e sobrenome na parte superior direita da folha.
3
– sublinhe a palavra “nome” do ponto anterior.
4
– Acima e a esquerda da folha, desenhe cinco quadrados pequenos.
5
– Faça um círculo ao redor de cada quadrado.
6
– Na margem inferior da folha, multiplique 70 por 32.
7
– Desenhe uma árvore no espaço em branco da folha.
8
– Escreva em letras bem grandes, atrás dessa folha, o número 107.
9
– Se você for o primeiro a chegar a este ponto, diga em voz alta: “Sou o
primeiro”.
10
– Agora, se você leu o texto todo com atenção, responda somente à segunda
pergunta e entregue sua folha ao professor.
Fonte: BATLLORI, J. Jogos para Treinar o Cérebro. Madras, 2009
A LEITURA É FUNDAMENTAL!
ITENS DE OBSERVAÇÃO - CRIANÇAS EM IDADE ESCOLAR
DISLEXIA
A dislexia é um distúrbio na
leitura que acarreta dificuldades também na escrita. Normalmente, é detectado
na fase de alfabetização, período em que a criança inicia o processo de leitura
de texto, devido à dificuldade do aluno em aprender o código gráfico.
A palavra DISLEXIA tem
origem no latim: dis, que significa “mal”, e lexia, que significa “leitura”:
portanto dificuldade de leitura.
Um dislexo pode:
- possuir dificuldade para
soletrar palavras
- confundir letras com
grafia parecida: b/d, p/q, m/n, n/u, a/e, etc...
- inverter sílabas: em/me,
sol/lós, par/pra
- adiciona ou omite sons:
casa-casaco, prato-pato
- Ao ler pula linha ou volta
para a anterior
- ter dificuldade para
soletrar palavras
- apresentar leitura lenta
demais, se comparado com crianças da mesma idade
- mover os lábios ao ler,
murmurando.
- frequentemente não
consegue orientar-se no espaço, sendo incapaz de distinguir direita e esquerda.
Essa traz dificuldades para se orientar com mapas, globos e o próprio ambiente
- usar os dedos para contar
- ter dificuldade de lembrar
sequencias: letras do alfabeto, dias da semana, meses do ano, etc
- apresentar dificuldade
apara aprender a ver as horas
- não conseguir lembrar de
fatos como horários, datas, etc
- possuir dificuldade de
lembrar nomes, objetos, sons, palavras ou mesmo letras
- conseguir copiar
corretamente, mas em uma atividade de ditado ou redação mostrar grandes
complicações
- ser uma criança
inteligente, criativa para muitas tarefas e demonstrar grandes dificuldades na
escrita ou leitura
- ser rotulado de
preguiçoso, imaturo, hiperativo ou desatento
- apresentar ótimos
resoltados em provas/ testes orais
-desenvolver habilidades em
atividades de artes, música, teatro e esportes
- apresentar dificuldades
persistentes
- demonstrar insegurança e
baixa autoestima
- se recusar, muitas vezes,
a realizar atividades
- as vezes apresentar agressividade
com professores e colegas, ou ser muito tímido, ou ser o “palhaço” da classe
- as vezes dizer “não sou
capaz, não sei, não consigo” mesmo antes de tentar realizar o proposto.
DISGRAFIA
A disgrafia é caracterizada
por problemas com a linguagem escrita, dificuldade de comunicar ideias e de
demonstrar conhecimentos por meio desse canal de comunicação específico.
As pessoas que apresentam
disgrafia podem apresentar graves comprometimentos no traçado de letras,
números, podem cometer erros ortográficos severos, omitir, acrescentar ou
inverter letras e sílabas. Sua dificuldade espacial aparece na falta de domínio
do traçado da letra, subindo e descendo linha demarcada para a escrita.
Há disgráficos com letra ma
grafada, mas legível, porém outros apresentam letras que quase não deixam
possibilidade de leitura, embora eles mesmos sejam capazes de ler o que escreveram.
É comum que disgráficos também tenham dificuldade em cálculos matemáticos.
Os alunos disgraficos podem:
- possuir “letra feia”
- demorar muito mais para
fazer uma tarefa do que outras crianças
- retocar as letras muitas
vezes
- possuir letras impossíveis
de serem compreendidas
- amontoar as letras
- apresentar má organização
da página
- apresentar má organização
das letras
- fazer inversão de sílabas
- fazer omissão de letras
- grafar letras espelhadas
- fazer escrita contínua ou
com separações incorretas
- ter dificuldade em anotar
um simples recado em uma folha de papel
- inclinar a cabeça e
entortar o papel na hora de escrever
- ter dificuldade na
coordenação motora fina
DISCALCULIA
Para muitas crianças,
aprender matemática é um sofrimento. Muitos não entender o que aqueles números
estão fazendo ao lado daqueles sinais gráficos e o entendimento se torna muito
difícil. Para algumas pessoas, essa dificuldade pode parecer preguiça ou
desinteresse, mas não é bem assim. As crianças com dificuldade em aprender
matemática apresentam um distúrbio que pode ter origem em outras dificuldades,
como dificuldades na memória auditiva, percepção visual e outros.
O aluno com discalculia
pode:
- ter dificuldade em
memorizar os números quando ditos oralmente;
- ter dificuldade em
entender situação-problema: sabe fazer a conta, mas não consegue interpretar o
problema;
- ter dificuldade na
percepção visual, trocar com números, por exemplo: 6 por 9, 3 por 8, 2 por 5;
- ter dificuldade em
visualizar conjuntos de objetos dentro de um conjunto maior;
- ter dificuldade em
conservar a quantidade, ou seja, não entende que quatro moedas de 25 centavos
tem o mesmo valor de um real;
- ter dificuldade de
associar antecessor e sucessor;
- ter dificuldade de
compreender os sinais das quatro operações básicas;
- dificuldade em montar
operações matemáticas.
DISORTOGRAFIA
A disortografia é a
dificuldade de fazer associação entre os fonemas (sons das letras) e os
grafemas (escrita das letras). É muito comum vermos alunos, em fase de aquisição
de escrita, apresentarem confusão entre o uso da letra F ou da letra V para
escrever FACA, mas a partir do segundo ano de escolarização, já é esperado que
a criança possa perceber as diferenças sonoras entre as letras e assimilar seu
conhecimento. Quando essa dificuldade persiste nas primeiras séries do Ensino
Fundamental, podemos dizer que a criança apresenta uma disortografia.
A principal característica
de um aluno com disortografia é a confusão entre as letras, sílabas e palavras
na escrita. Essa dificuldade pode ou não estar associada a trocas na fala
desses mesmos fonemas.
Um aluno com disortografia
pode:
- possuir trocas de letras
dos pares mínimos, como faca/vaca, chinelo/jinelo, porta/borta, dente/tente;
- fazer adições de sílabas,
como ventilador/ventitilador
- fazer omissões de letras
como cadeira/cadera, branco/banco
- fazer contaminação de
sílabas, como pipoca/picoca.
PARA SABER MAIS, PROCURE UM PSICOPEDAGOGO.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
JOGO PARA TRABALHAR ALFABETO, ORDEM ALFABÉTICA, LETRA INICIAL, CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA
ORIGEM:
sites de relacionamento
IDADE:
a partir dos 5 anos
MATERIAIS:
-
26 fichas contendo cada uma delas uma letra e duas figuras, uma cujo nome da
imagem se inicia pela letra referida e a outra não;
-
Pregadores de madeira revestidos com EVA, com uma letra do alfabeto em
destaque.
OBJETIVO:
A
criança deverá identificar as letras da ficha e localizar o pregador. Após
deverá sinalizar colocando o pregador na palavra que se inicia com aquela
letra.
OBS:
o aplicador vai mediando os erros e questionando os acertos, afim de que a
criança pense a respeito e sinta-se segura em relação as suas escolhas. O
mediador pode dar ênfase aos fonemas, para facilitar as escolhas e/ou solicitar
que a criança pronuncie os mesmos (se isso já tiver sido trabalhado com ela);
Podemos
solicitar que coloquem as fichas em ordem alfabética, bem como outras
explanações como a escrita das palavras, entre outros.
Dislexia
A Dislexia é uma dificuldade específica de aprendizagem
relacionada com a linguagem falada e escrita. Ela ocorre em pessoas com
desenvolvimento cognitivo normal.
Crianças com Dislexia normalmente apresentam problemas
emocionais e comportamentais, já que a mesma quando não detectada pode levar ao
insucesso escolar.
A dislexia é uma dificuldade de aprendizagem no acesso a
rota lexical, ou seja, a parte do cérebro que está relacionada à linguagem, no
caso dos dislexos, recorre somente à área que processa fonemas e é falhas na
identificação de palavras, tornando a leitura um grande esforço.
Por conseqüência dessa dificuldade muitos indivíduos
dislexos sofrem com baixo auto-conceito, desmotivação, atitude depressiva,
acusação de preguiça pelos familiares, angustia em sala de aula com medo da
exposição, insegurança, etc.
A dislexia pode estar relacionada com outras dificuldades,
tais como: disgrafia, discalculia, deficiência de atenção, hiperatividade, etc.
O diagnóstico da dislexia se dá através de uma avaliação
multidisciplinar e de exclusão, ou seja, deve ser conduzido por diversos
profissionais, tais como: psicólogos, fonoaudiólogos, psicopedagogos,
oftalmologista, neurologista, etc. Cada profissional irá analisar e avaliar
dentro de sua área visando descartar outras possibilidades.
Embora a avaliação só deva ser realizada após o ingresso no
Ensino Fundamental e a criança já tendo percorrido a etapa de alfabetização
(aproximadamente 8 anos), podemos identificar crianças menores para desenvolver
um trabalho preventivo observando alguns aspectos, tais como: história da familiar
com dislexia, atraso na aquisição da linguagem, dificuldade de nomear objetos,
habilidades motoras deficientes para sua faixa etária, dificuldade para
identificar rimas.
Caso esses sintomas não sejam remediados na pré-escola, na
fase escolar podem permanecer, bem como acrescidos de outros, tais como:
dificuldade na aquisição da leitura e escrita, desatenção e dispersão,
dificuldade em copiar da lousa, confusão entre direita e esquerda, dificuldade
na memória de curto prazo, troca de letra na escrita, falta de interesse na
leitura, etc.
Após o diagnóstico de dislexia se faz necessária uma
intervenção psicopedagógica com urgência, com trabalhos que abranjam o
aprendizado da leitura, o desenvolvimento de habilidades multissensoriais, o
trabalho lúdico e o trabalho compartilhado com a família.
Além do trabalho realizado pelo psicopedagogo a família
deverá dar suporte emocional e social a esta criança ou adolescente. Os pais
podem auxiliar na rotina diária, com cores diferentes, palavras e imagens
relacionadas à atividade, utilizar bilhetes coloridos no espelho, geladeira
para lembrá-los de seus compromissos; organizar sempre materiais e roupas com
antecedência; estabelecer e manter um horário razoável para o sono; criar o
hábito de leitura em conjunto e bate papo sobre o que foi lido; manter um local
próprio para o estudo, longe da TV, telefone; ter sempre alguns telefones de
amigos para solicitar ajuda caso à criança não se lembre das tarefas, trabalhos
que tem que entregar.
Vejam o vídeo:
Para saber, entre em contato.
Juliana Almeida
Psicopedagoga
ABPp 221/SP
95222-9940 (Tim) / 969670138 (Oi)
psicopedagogajuliana@hotmail.com
Assinar:
Postagens (Atom)