segunda-feira, 19 de novembro de 2012

RESERVE SUA VAGA PARA 2013

OFICINA TERAPÊUTICA DE ALFABETIZAÇÃO PARA CRIANÇAS NESSA ETAPA ESCOLAR OU COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

Objetivo: Através de Técnicas, atividades lúdicas e jogos aprimorar e desenvolver o nível de desenvolvimento psicomotor, social e emocional da criança. - Desenvolver o interesse pela aprendizagem. - Estratégias para aprimorar e desenvolver a leitura e a escrita. - Estratégias para desenvolver o prazer da escrita. - Estratégias para aprimorar a ortografia.
Público-alvo: crianças com dificuldades na alfabetização, dificuldades de aprendizagem e Dislexia.
Faixa Etária: a partir de 6 anos
Duração: encontros semanais com duração de 2 horas cada
Data e Horário: entre em contato para saber sobre próximas datas.
Grupo: 2 a 5 participantes
Valor: A consultar


FACILITADORA: PSICOPEDAGOGA JULIANA ALMEIDA

TODAS AS OFICINAS PODEM SER EFETUADAS EM ESCOLAS, CONDOMÍNIOS OU EMPRESAS. COM VALORES REDUZIDOS PARA OS PARTICIPANTES E SEM CUSTO PARA A EMPRESA.


TAMBÉM REALIZAMOS ATENDIMENTO INDIVIDUALIZADO PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Último bimestre - Será que preciso de ajuda?

O último bimestre escolar, para muitos estudantes, é uma corrida contra o tempo, pois é nesse momento que temos que nos esforçar para “passar de ano”.

Quando estamos com notas boas ao decorrer do ano, essa etapa é mais tranquila, porém ainda assim gera muita ansiedade, pois é um momento em que já percorremos uma grande fase e estamos em busca das tão esperadas férias.

Para quem já vem apresentando certa dificuldade na escola essa etapa é marcada por uma imensa tensão.

Muitas vezes conseguimos dar o famoso “jeitinho brasileiro” e correr atrás daquilo que não estávamos dandotanta atenção. Essa estratégia, embora não aconselhável, acaba sendo a saída para muitos estudantes.

Mas e aqueles que, apesar de todo esforço não conseguem atingir os objetivos propostos pela escola?

São esses estudantes que precisam de mais atenção, tanto por parte dos educadores, quanto por parte dospais. Não atingir o esperado pode causar muito mal estar, muita dor e até mesmo depressão, pois algumas vezes a dificuldade, para ser superada, não depende apenas de esforços.

Para esses casos é preciso muita compreensão e muitas vezes é preciso buscar ajuda especializada. Opsicopedagogo é um profissional indicado dentro desse cenário, pois sua atuação, voltada para a aprendizagem, irá entender os motivos que geram tais dificuldades e traçar um plano de trabalho específico para cada caso (muitas vezes com a ajuda de outros profissionais).

É importante dizer que quanto antes se busca essa ajuda, melhor. Dessa forma, nessa etapa do ano letivoaconselha-se aos pais e professores analisar quais alunos encontram-se enfrentando essa situação e encaminhá-los, não visando apenas à recuperação desse ano, mas pensando num planejamento e melhorias para os próximos.

Caso queira saber mais, entre em contato conosco. Teremos o prazer de conversar e orientar acerca do seucaso.

Temos parcerias com escolas, dessa forma, nossa atuação torna-se mais compromissada e completa.

quinta-feira, 26 de julho de 2012


OFICINA TERAPÊUTICA DE ALFABETIZAÇÃO PARA CRIANÇAS NESSA ETAPA ESCOLAR OU COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

Objetivo: Através de Técnicas, atividades lúdicas e jogos aprimorar e desenvolver o nível de desenvolvimento psicomotor, social e emocional da criança. - Desenvolver o interesse pela aprendizagem. - Estratégias para aprimorar e desenvolver a leitura e a escrita. - Estratégias para desenvolver o prazer da escrita. - Estratégias para aprimorar a ortografia.
Público-alvo: crianças com dificuldades na alfabetização, dificuldades de aprendizagem e Dislexia.
Faixa Etária: a partir de 6 anos
Duração: encontros semanais com duração de 2 horas cada
Data e Horário: entre em contato para saber sobre próximas datas.
Grupo: 2 a 5 participantes
Valor: Investimento: R$ 100,00 mensais

FACILITADORA: PSICOPEDAGOGA JULIANA ALMEIDA
TODAS AS OFICINAS PODEM SER EFETUADAS EM ESCOLAS, CONDOMÍNIOS OU EMPRESAS. COM VALORES REDUZIDOS PARA OS PARTICIPANTES E SEM CUSTO PARA A EMPRESA.
TAMBÉM REALIZAMOS ATENDIMENTO INDIVIDUALIZADO PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

QUANDO PROCURAR UM PSICOPEDAGOGO?

O psicopedagogo é um profissional especializado no processo de aprendizagem. Ele atua de forma preventiva e/ou interventiva às dificuldades apresentadas em relação ao aprender.

Por conhecer como se dá o processo de aprendizagem do sujeito é ele o profissional mais indicado quando a criança, o adolescente ou até mesmo o adulto encontra conflito com a aprendizagem, seja específica ou geral.

Para uma criança o normal é sentir prazer ao ir à escola e ter satisfação para com o mundo que descobre através dela. O sintoma do não aprender denuncia que algo não está bem, seja a nível familiar, escolar, ou até mesmo uma limitação singular dessa criança. Cabe ao psicopedagogo descobrir o que está acontecendo, coletando informações e montando o ”quebra-cabeça”, para então criar um plano de ação que irá auxiliá-la a superar suas dificuldades e conhecer suas potencialidades.

Se seu filho, ou até mesmo você, apresenta um dos sintomas abaixo, saiba que estes não são normais:

- Dificuldade de atenção, hiperatividade;
- Repetência;
- Dificuldade de leitura, escrita, cálculos;
- Timidez excessiva, agressividade;
- Aversão aos estudos;
- Coordenação motora;
- Dificuldade na rotina familiar;
- Transtornos de Aprendizagem diagnosticados.

É preciso ficar atento às informações fornecidas pelos professores e pela escola. O trabalho preventivo evita problemas no futuro e crianças e adolescentes com dificuldades de aprendizagem necessitam de atendimento individualizado.

Caso seja preciso, busque a orientação de um psicopedagogo.


JULIANA ALMEIDA
Psicopedagoga
ABPp 221/SP

AINDA TEMOS HORÁRIOS DISPONÍVEIS PARA O 2º SEMESTRE. AGENDE O SEU.


quinta-feira, 21 de junho de 2012

Para refletir...


Numa época de crises, guerras, separações e individualismos como a nossa, não seria melhor começar a pôr em prática nas escolas idéias mais humanistas, que valorizem desde cedo a importância das emoções?



Percebo alguns pontos relevantes que talvez nos levam a uma hipótese de resposta para essa questão.

- A estrutura ainda existente nas escolas: tanto as estruturas físicas, quanto as estruturas relacionais não estão preparadas para levar em consideração o lúdico e o afetivo na sala de aula. Escolas estaduais e municipais e muitas particulares ainda possuem um prédio escolar e salas de aulas voltadas para o ensino chamado de tradicional.

- A grade curricular e os conteúdos a serem ensinados, além da seriação. A progressão continuada foi uma proposta interessante no papel, mas que se tornou promoção automática. Na prática, temos uma escola onde os alunos são separados por série (agora anos), dentro dessa estrutura o existem conteúdos a serem atingidos (expectativas de aprendizagem) dentro de cada série e muitas vezes não são respeitados nem os limites da criança, muito menos o nível de aprendizagem que a criança se encontra. O planejamento das ações na escola se dá raramente e quando ocorre muitas vezes é mal conduzido. Temos também a partir do 6º ano um professor para cada disciplina, com 50 min de aula cada, regendo a sua disciplina.

- A valorização da carreira do magistério: atualmente é uma carreira que não é valorizada nem financeiramente, nem moralmente. As pessoas têm se afastado dessa profissão e mesmo as que ingressam, já o fazem com uma visão precária do que seria a mesma, não se preocupando em investir na área. Muitos que desejam o contrário acabam por desanimar frente as tantas dificuldades e acabam reproduzindo aquilo que já existe (ou não existe, pensando que talvez nenhuma proposta esteja sendo seguida).

Sintetizando, acredito que haja uma manobra política envolvida no processo da educação. O professor está muito desmotivado, mas acaba sendo vítima de um sistema. Quando não acreditamos no que estamos fazendo, não fazemos com prazer e não conseguimos atingir o outro. Caímos em uma armadilha, onde o conhecimento pelo próprio professor acaba sendo desvalorizado. Acredito que, embora se fale tanto em afetividade e na maneira lúdica de ensinar, muitos professores não conhecem tais teorias a fundo, a ponto de tornar-se reflexivo para colocá-la em prática. Quando vemos professores seguindo um modelo errôneo de ensino-aprendizagem, creio que este não perceba bem o que está fazendo e com isso julgue o brincar, o afetivo uma anarquia, uma falta de ordem, um caos.

A formação docente está bem distante de ser significativa. Acredito que a proposta das escolas devam ser revistas. Tornar significativa a aprendizagem é também tornar significativo o papel da escola na sociedade. A escola é uma instituição que tem o poder de modificar o social. Porém quando o sujeito não acredita na sua prática, ou seja, sua prática não é significativa nem para si mesmo, é impossível significar então para o outro, tornando as aulas mecânicas, distantes da proposta citada por Ausubel.

Como levar o afetivo para dentro da sala de aula quando não se está emocionalmente equilibrado para com a sua profissão. Como tornar possível a construção do conhecimento quando na verdade o próprio conhecimento adquirido não foi construído, mas sim imposto.

O nosso professor hoje, muitas vezes, não conhece os meios, apenas o fim. Esse fim está desconexo, não faz sentido. Segundo Bruner, “o conceito de aprendizagem em espiral pode enunciar-se da seguinte forma: qualquer ciência pode ser ensinada, pelo menos nas suas formas mais simples, a alunos de todas as idades, uma vez que os mesmos tópicos serão, posteriormente, retomados e aprofundados mais tarde.” Nesse ponto o professor deveria ressignificar seus saberes e se permitir a embarcar nessa espiral, voltando ao como aprendeu e agregando-lhe novos conceitos, novos pontos de vista.

Podemos dizer que a proposta da progressão continuada está relacionada com  o conceito da aprendizagem em espiral, infelizmente na prática vemos isso de maneira diferente. Pode-se dizer que a progressão continuada está distante também da teoria dos organizadores prévios, citada por Ausubel, pois não vemos educadores construindo tal ponte com seus alunos. “Organizadores prévios são materiais introdutórios apresentados antes do material a ser aprendido em si. Sua principal função é de servir de ponte entre o que o aprendiz já sabe e o que ele deve saber a fim de que o material possa ser aprendido de forma significativa. Facilitam a aprendizagem na medida em que funcionam como "pontes cognitivas".”

A mudança de olhar já começou por parte de alguns educadores e deveria ser revista também pelo nosso governo, que até o momento não focou sua preocupação de maneira séria para a educação. Por enquanto nos resta "o papel de formiguinha", que nunca desanima e que tenta convencer o outro de que trabalhando duro poderemos enfrentar as nossas dificuldades. Fica uma pergunta: os educadores querem valorizar as emoções e tornar a educação mais humana?

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Estilos de Aprendizagem


“Era uma vez uma escola para animais. Os professores tinham certeza que possuíam um programa de estudos inclusivo, porém, por algum motivo, todos os animais estavam indo mal. O pato era a estrela da classe de natação, porém não conseguia subir nas árvores. O macaco era excelente subindo em árvores mas era reprovado em natação. Os frangos se destacavam nos estudos sobre grãos, mas desorganizavam tanto a aula de subir em árvores que sempre acabavam na sala do diretor. Os coelhos eram sensacionais nas corridas, mas precisavam de aulas particulares de natação. O mais triste de tudo era ver as tartarugas, que depois de vários exames e testes foram diagnosticadas como tendo “atraso de desenvolvimento”. De fato, foram enviadas para uma classe de educação especial numa distante toca de esquilos. A pergunta é: quem eram os verdadeiros fracassados?”

Essa história pode ajudar a compreender que cada estudante, cada ser humano é uma criação única. Possuímos uma série de talentos, capacidades e maneiras de aprender. Cada um de nós apoia-se em diferentes sentidos para captar e organizar a informação, para aproximar-nos dos objetos de conhecimento – chamamos a isso de Estilos de Aprendizagem.

“Uma maneira distintiva e característica pela qual um aprendiz aproxima-se de um projeto ou um episódio de aprendizagem independentemente de incluir uma decisão implícita ou explícita por meio do aprendiz.”

“É simplesmente o estilo cognitivo que um indivíduo manifesta quando se confronta com uma tarefa de aprendizagem.”

Os três estilos de aprendizagem mais comuns são:

- Estilo visual

- Estilo auditivo

- Estilo físico ou cinestésico

(Retirado do livro Dificuldades de Aprendizagem: Detecção e estratégias de ajuda)

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Habilidades Básicas à Alfabetização



1. Imagem corporal/ conhecimento do corpo (desenho da figura humana)

2. Lateralidade (uso preferencial do lado do corpo- cuidados especiais com a “lateralidade cruzada”

3. Conhecimento de direita e esquerda (em si nos outros)

4. Orientação/posição espacial/conceitos espaciais (em cima, embaixo, na frente, atrás...)

5. Orientação temporal/ conceitos temporais (ontem, hoje, amanhã, horas, meses, anos...)

6. Ritmo e rimas (ocorrência de sons e pausas; sucessões de elementos sonoros com uma duração)

7. Duração de um som (curto, longo e médio, som antecessor e sucessor)

8. Quebra-cabeça (antecipação mínima)

9. Cópia de livros e do quadro

10. Memória

- facilidade para reter o conhecimento e aplicação dos conhecimentos adquiridos

- de curto termo/imediata (ações, rotina, vocabulário comandos)

- visual (gravuras, objetos, letras, palavras, cores, posição, detalhes)

- auditiva (sons, palavras, letras, músicas)

- seqüencial espacial e temporal (palavras, frases, séries, posição, detalhes)

- cinestésica ( reter os movimentos motores necessários à realização gráfica)

11.Soletração

12. Nomeação de objetos e pessoas

13. Discriminação e percepção visual

14. Discriminação e percepção auditiva

15. Desenhos

16. Divisão silábica (translineação)
17. Seqüência lógica e produção

18. Ditado (palavras, frases, texto, auto ditado)

19. Padrão motor: correr, saltar, equilíbrio corporal (andar sobre linha, em um pé só...)

20. Delimitação na folha de papel

21. Ordenação das letras, palavras, frases, fatos

22. Percepção e discriminação de semelhanças e diferenças (entre objetos, letras e palavras)

23. Constância e percepção de forma e tamanho (colocar objetos longe e dizer se ele alterou a forma ou tamanho, capacidade de dizer que o objeto permanece inalterado apesar da posição que ocupa o espaço)

24. Percepção de figura fundo (seleção de figura fundo em palavras)

25. Acompanhamento visual (seguir um objeto com os olhos, seguir traçados e direções)

26. Recorte de figuras, linhas, círculos...

27. Percepção e comparação do tamanho das palavras (o tamanho influência no objeto)

28. Palavras parecidas (dizer o porquê. Ex: bola= futebol)

29. Compreensão de comandos

30. Ordenação de materiais (organização)

31. Capacidade de aprendizagem (aprender com rapidez, necessidade de fixação, percebe detalhes, desinteressa rápido)

32. Capacidade de expressão oral (vocabulário rico, idéias versáteis, fluência, transmissão de pensamento, clareza, objetividade, pronúncia, problemas de dicção, uso da linguagem funcional, estruturação frasal, pede explicação, responde, pergunta, compreende comandos, produz textos a partir de gravuras)

33. Leitura (silenciosa, em voz alta, rítmica, lógica, veloz, lenta)

34. Capacidade de expressão escrita (espontânea, amplo vocabulário, variedade de idéias, clareza, erros ortográficos, emprego das palavras e frases corretamente, produção de texto, bilhete, carta, aviso, narração, poesia, diálogo, descrição – “conhecimento do que é e função”)

35. Compreensão de textos lidos ou ouvidos (quem, o que, onde,quando, qual, como, quantos, por que, de quem)

36. Palavras com diferenças sutis (a-o, c-o, e-c, f-t,n-h, i-j, m-n, v-u, h-b, o-e

37. Sons próximos f-v, t-d, p-b, s-z, ch-j

38. Grafia similar com diferentes orientações no espaço b-d, p-b,b-q,d-q,n-u,w-m,a-e

39. Análise-síntese visual e auditiva (domínio do arranjo das letras e sílabas para formar palavras e fazer correspondência entre som e seu grafema)

40. Coordenação viso-motora (coordenar o movimento dos olhos com os membros superiores e inferiores)

41. Discriminação auditiva de figura fundo ( selecionar auditivamente os estímulos ambientais que necessitam de uma atenção dirigida e ignorar os demais)

terça-feira, 3 de abril de 2012

PÁSCOA

Páscoa

A Páscoa é uma festa repleta de imagens fortes e marcantes. Porém será que temos consciência do que há por trás destes símbolos? Será que sabemos nos preparar internamente para este momento tão importante? Para nós, a festa da Páscoa ocorre no outono. Antigamente, porém, ela acontecia apenas no hemisfério norte, na época da primavera, num período de Europa pagã, quando as pessoas ainda se encontravam à mercê das forças da natureza. Naquela época, sobreviver ao rigor do inverno era um grande desafio, pois muitas vezes os alimentos eram escassos, as vestimentas ineficientes e os abrigos rudimentares. Desta forma, todo ano, sobreviver ao inverno e chegar à primavera era motivo de grande celebração...
Num período posterior, as culturas judaica e cristã acabaram por absorver estas festividades pagãs. Para os judeus, as comemorações da Páscoa têm uma importância fundamental dentro de suas tradições, pois se remetem ao período em que o povo hebreu sofreu os flagelos da escravidão no Egito...
Na tradição cristã, a Páscoa novamente ocupa uma importância fundamental.
Após os quarenta dias da quaresma e depois de refletir sobre os acontecimentos vivenciados por Jesus Cristo durante a Semana Santa, os cristãos comemoram, no domingo de Páscoa, a glória da ressurreição de Cristo...
Nos dias de hoje, vivenciamos a Páscoa através dos olhos das crianças... O coelho e os ovos possuem um significado especial nas comemorações pascais. O ovo representa uma vida interior, ainda em estado germinal, que se desenvolve, rompe uma casca dura e em seguida desabrocha em sua plenitude, assim como Cristo ressurreto saiu de sua tumba. O coelho, por sua vez, representa um animal puro, que não agride. Desta forma ele é digno de carregar e trazer os ovos da Páscoa. Além disso, é um animal muito fértil, que se reproduz com facilidade...
Nos dias de hoje, porém, num mundo extremamente consumista, onde as pessoas vivem constantemente sem tempo, a Páscoa, assim como as outras festas anuais, não é encarada sob este ponto de vista... Na maioria das vezes, não vivenciamos a possibilidade de deixar morrer em nós o que não queremos mais, o que já não nos serve, e também não permitimos que o novo em nós possa florescer.
Porém, todo educador (pais e professores) deveria ter claro dentro de si a possibilidade da vida, morte e ressurreição em hábitos, atitudes e modos de pensar, para tornar-se uma pessoa cada vez melhor, menos endurecida e insensível diante da realidade atual, com seus constantes altos e baixos. Se tivermos consciência da necessidade de cada um realizar este exercício interior, poderemos preparar coerentemente nossas crianças para a época da Páscoa e apresentar a elas símbolos repletos de significados.
Leia na íntegra em: http://www.alecrimdourado.com.br/texto2.html

sexta-feira, 2 de março de 2012

PROPOSTA DE PALESTRAS – 1º SEMESTRE/2012

Tema 1 – A importância do brincar na educação infantil 
Palestra dinâmica, fundamentada em conceitos teóricos, deixando claro para educadores, pais e interessados o motivo da Educação Infantil ser baseada em atividades lúdicas. Traz a consciência da importância das brincadeiras infantis como pré requisitos para uma alfabetização bem conceituada e também como eixo norteador de todos os pensamentos e aprendizagens ao longo da vida.

Tema 2 – O papel dos pais para uma educação de qualidade 
Tem por objetivo valorizar os pais, salientando como são importantes para o progresso escolar de seus filhos. Ao invés de sentirem-se cobrados ou terem sentimentos de culpa, a abordagem do tema esclarece muitas dúvidas que os pais dessa geração possuem e apresenta mecanismos para os mesmos criarem fortes laços com seus filhos valorizando a educação. Com descontração todos compreendem seu papel e conseguem traçar planos de sucesso dentro dessa importante função que é “ser mãe e pai”.


Duração: 1:30h

Custo: 1 kg de alimento não perecível por participante (que será doado a uma instituição de caridade)

Coffee Break por conta da escola 



Envie um e-mail solicitando o agendamento para sua escola: psicopedagogajuliana@hotmail.com
Ou se preferir, através dos telefones:
9874-3934 (Vivo)
6967-0138 (Oi)
5222-9940 (Tim)

Faça uma visita ao nosso espaço:
End. R Eratóstenes de Azevedo, 138 - Pirituba (próximo ao AMA Pereira Barreto e campo do satélite) 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Início do Ano Letivo

Hoje, 01/02/2012, é o primeiro dia de aula para a maioria das escolas públicas e particulares, portanto, desejo a todos, professores, pais, alunos e demais envolvidos no processo escolar, um excelente ano letivo, com muitas realizações, muita aprendizagem, união, força de vontade e boas energias.
Lembre-se que a cada começo, somos desafiados. Nada é por acaso, e sempre somos abençoados com situações necessárias a nossa aprendizagem. Portanto reflitam sobre cada pessoa e cada ato que vocês terão nessa jornada, pois além de influenciarmos os outros, influenciamos nosso próprio destino e caminho.
Sucesso a todos e um maravilhoso ano letivo.

sábado, 7 de janeiro de 2012

DAR UM PASSO ALÉM OU MARCAR PASSO?

Ganhei um livro de uma mãe de um aluno e não havia lido por falta de tempo e por estar envolvida em projetos que exigiam outro foco. Agora fui convidada a ministrar uma palestra na Escola Romanha e comecei a lê-lo. Seu título é “Pais e Educadores de Alta Performance” do Içami Tiba. Porém o foco de minha inspiração hoje não é o livro propriamente dito.
Em um trecho do livro, ainda na introdução Içami Tiba faz uma comparação entre passo além e marcar passo. Ele cita que no Brasil há 40 milhões de analfabetos funcionais e destes, somente 14 milhões não freqüentaram a escola. Os que freqüentaram a escola e não se desenvolveram “Marcaram Passos”, ou seja, freqüentaram a escola, mas não aprenderam, seja por falta de interesse ou por professores despreparados, enfim, apenas freqüentaram.
Diante disso resolvi chamar a atenção de pais, professores e todos aqueles que convivem com pessoas em desenvolvimento.
“Ano novo, vida nova” é o que muitos dizem. Pois meu apelo é para que realmente possamos ter um NOVO OLHAR nesse ano que está iniciando e que possamos dar um PASSO ALÉM dentro da nossa própria jornada, seja enquanto pais, seja como professores, e que daqui para frente não desperdicemos nosso tempo e principalmente o dos outros “MARCANDO PASSOS” numa sala de aula onde a rotina e o desanimo tomou conta; em casa onde cansados e sem paciência cumprimos nossas obrigações e muitas vezes não notamos que alguém nos pede atenção.
Costumamos escutar pessoas se lamentando, dizendo que não agüentam mais, que não foi isso que pediu a Deus, que estão muito saturadas, precisando de férias do trabalho, de férias dos filhos, de férias de tudo. O questionamento que faço é: o que estas pessoas estão fazendo para mudar essa situação? Quais estratégias estão buscando para melhorar? Será que eu, você e todos os seres humanos realmente param para traçar um plano daquilo que querem das suas vidas? Será que temos a ousadia de dar um PASSO ALÉM em nosso próprio destino? Ou será que é muito cômodo continuar “MARCANDO PASSOS”?
Acredito que tudo o que uma pessoa faz, ela deveria ter em mente algumas perguntas. Primeira: o que estou fazendo é necessário? Segunda: o que estou fazendo, irá ser bom para mim? Terceira: o que estou fazendo irá beneficiar alguém? Se duas das perguntas tiverem como resposta o NÂO, então deveríamos refletir e buscar outros meios, outras formas ou simplesmente não fazer.
Isso é valido em todos os aspectos da vida, em todas as profissões, mas vou dar um exemplo em sala de aula. Uma professora está diante de um “aluno problema”. O que ela muitas vezes terá em mente? Muitas irão pensar: o que fiz para merecer isso?
Com esse “problema”, entram em sala de aula, enchem a lousa com tarefas sem sentido, muitas vezes nem explicam o que estão pedindo dos alunos, e começam uma sessão de cobrança que não fará bem nem para ela, nem para o “aluno problema”, nem para os demais alunos.
Se antes de ela entrar na sala ela tivesse refletido: “a tarefa que vou aplicar hoje e a didática da minha aula é necessária, irá ser bom para mim ou irá beneficiar alguém?” com certeza ela buscaria uma outra forma de agir, pois perceberia que tal atitude não iria satisfazer nem a ela própria.
Outro exemplo: a mãe trabalhou o dia todo, passou na escola, pegou seus filhos, chegou a casa começou a preparar a janta e pediu para que seus filhos pegassem a agenda da escola para verificar se havia bilhetes da professora. Em um de seus filhos estava tudo ok, no outro, havia um bilhete pedindo para que ela terminasse a tarefa com seu filho em casa, pois ele não havia conseguido terminar na escola.
A mãe se estressa e coloca seu filho para sentar aos berros, chamando-o de inútil, diz que está de castigo e não poderá brincar, nem ver TV por um mês. Força-o a fazer a tarefa, mas não lhe da muita atenção, pra ser sincera, nem verificou qual é a lição. Quer se ver livre logo desse peso.
Se ela tivesse respirado e feito as três perguntinhas poderia ter agido de outra forma. Essa mãe nem sequer percebeu que o bilhete da professora não era uma crítica, nem se deu a oportunidade de imaginar que talvez seu filho não tivesse terminado a tarefa, pois estava envolvido em outra lição, tentando entender outro exercício que para ele era mais difícil e que talvez tivesse conseguido superar um desafio.
Os exemplos são fictícios, mas tenho certeza que muitas pessoas se identificaram. Não estou querendo dizer que tudo é fácil, ou que não há motivos para preocupação. Mas a mensagem que quero passar é referente as nossas atitudes. Se existe um problema, cabe buscar uma solução. Buscar a solução é dar um PASSO ALÉM, agir sem pensar é continuar MARCANDO PASSOS.
MARCAR PASSOS é ruim para todos. Por isso em 2012 vamos buscar dar vários PASSOS ALÉM. Vamos entender o que se passa com os “alunos problema”, vamos conversar com ele, com os pais, com a equipe escolar, encaminhar para avaliações, mudar as estratégias. Vamos buscar entender o que se passou com nossos filhos, manter um dialogo com a professora, ser firme em nossas atitudes, mas sem humilhá-los, buscar ajudá-los ao invés de só criticá-los.
Desejo a todos muito sucesso e que possam dar muitos PASSOS ALÉM.